
18 de agosto de 2025
30 de julho de 2025
O público 50+ tem ganhado cada vez mais protagonismo na economia brasileira — especialmente no setor de saúde e bem-estar. Com poder de consumo estimado em R$ 2 trilhões anuais, esse grupo é responsável por movimentar o mercado farmacêutico e redefinir o relacionamento entre farmácias e consumidores maduros. Esse foi o tema de uma matéria publicada recentemente pela Times Brasil, que contou com a participação da Febrafar e dados exclusivos de uma pesquisa em parceria com a Unicamp.
Segundo o presidente da Febrafar, Edison Tamascia, o público 50+ escolhe a farmácia principalmente pelo preço, sendo os medicamentos genéricos a preferência de 67,7% dos entrevistados. “O preço ainda é o fator mais relevante na escolha da farmácia para 91% dos consumidores com mais de 50 anos”, explicou Tamascia na reportagem.
Além disso, o estudo revela um comportamento altamente fiel: 91,4% dos consumidores 50+ frequentam sempre ou quase sempre a mesma farmácia. Esse hábito reforça a importância de oferecer um atendimento personalizado e confiável. “Eles gostam de ser chamados pelo nome, sentem-se parte da unidade. É uma relação de confiança e pertencimento”, complementou Diogo Sobrinho, diretor de operações da rede associada Farma Conde.
O crescimento do público 50+ é uma tendência global, mas ocorre com maior intensidade na América Latina. No Brasil, essa faixa etária representa 27% da população atual, número que deve chegar a 40% até 2044, segundo projeções da ONU. Para a Febrafar, é fundamental que o varejo farmacêutico se antecipe a essa transformação demográfica.
Entre os principais desafios enfrentados por esse público estão as doenças crônicas, como hipertensão (54,1%) e diabetes (24,2%). Ainda de acordo com a pesquisa, 67,7% dos entrevistados pagam pelos próprios medicamentos, enquanto 28,1% utilizam programas de subsídio como a Farmácia Popular.
Apesar da adesão ainda tímida à tecnologia, o público 50+ começa a demonstrar abertura para canais digitais. A maioria ainda prefere a compra presencial (56,3%), mas 16,8% já utilizam o WhatsApp para se comunicar com farmácias. “Essa digitalização, embora gradual, representa uma mudança de mentalidade importante”, afirma Tamascia.
O estudo realizado pela Febrafar em parceria com a Unicamp é uma ferramenta valiosa para que as redes associadas desenvolvam estratégias mais eficazes. Com base nesses dados, é possível investir em atendimento humanizado, promoções focadas em genéricos e canais digitais acessíveis para o público sênior.
A Febrafar reafirma seu compromisso em apoiar as farmácias associadas com inteligência de mercado, pesquisas atualizadas e orientações estratégicas para atender de forma cada vez mais eficiente ao crescente e exigente público 50+.
📎 Acesse a matéria completa publicada pela Times Brasil clicando aqui.
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